No campo de batalha

Nenhum guerreiro, ó Lanu, se torna Um, naquela vida em que pela primeira vez a Alma começa a ansiar pela libertação final.
E, contudo, ó ansioso, a nenhum guerreiro, oferecendo-se voluntariamente para a terrível luta entre o vivo e o morto, a nenhum pode ser recusado o direito de entrar no caminho que conduz ao campo de batalha.
Porque ou vence ou cai.
Sim, se vence, o Nirvana será seu.
Antes de abandonar a sua sombra, de enjeitar a sua veste mortal, essa causa abundante de angústia e de dor ilimitável, os homens honrarão nele um Buda grande e sagrado.
E se cai, mesmo assim não cai em vão; os inimigos que abateu na última batalha não tornarão a viver na sua próxima encarnação.

H.P. Blavatsky in “A Voz do Silêncio”

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